08h30 CONTAÇÃO DE HISTÓRIA

Pintura de rosto, contação de história de clássicos da literatura infantil e de histórias contemporâneas, propondo a participação ativa do público, levando as crianças ao mundo da imaginação.

 Argemira Silva (Mira), com a personagem Emília, conta histórias desde os clássicos da literatura infantil a histórias contemporâneas, entre elas a do Boi Multicor, de Jorge Conceição; Rapunzel Rastafári, de Maria Izabel; dentre outras, propondo a participação ativa do público, levando as crianças ao mundo da imaginação.

10h JUNINHO CONTA HISTÓRIA

Juninho conta história O lobo que quase virou bolo da autora Renata Fernandes e unindo elementos tradicionais da narração de histórias com músicas autorais, cirandas, teatro de fantoches e brincadeiras. Juninho já vem encantando as crianças pelos locais que têm visitado.

13h GRUPO PÉ DE LATA

Recreação e animação infantil com objetivo de despertar o lado lúdico e criativo do público através das brincadeiras, contação de histórias e artes.

16h CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Baseada no livro Carolina, de Walcyr Carrasco. A menina que mora no arco-íris. Seu passatempo é colorir as nuvens, as cidades sombrias e os lugares mais tristes. Mas um dia, ela é presa por pessoas que não gostam de cores e que vivem mal-humoradas.

Baseada no livro Carolina. A menina que mora no arco-íris do autor Walcyr Carrasco, o ator Raí Santana, através do seu personagem, Palhaço Mandioca, canta e encanta com clássicos da literatura infantil.

14h BATE-PAPO 1 | ESCRITAS URBANAS: A ARTE QUE SE CRIA NO MEIO DA RUA

A importância do grafite como prática artística e com origem em bairros afastados dos grandes centros. Um diálogo entre grafiteiros do porte de Nikol [Nikol Carvalho], a artista urbana Quel [Quézia Silveira] e Lee27 [Josenildo Mendes], mediado pelo escritor Evanilton Gonçalves.

Suas primeiras referências vieram das revistas e dos trabalhos de artistas locais. Seu lugar predileto para produções é Cajazeiras, porque se sente em casa e tem seu trabalho valorizado pela comunidade. Quando pinta, utiliza o cap do jeito que ele vem na lata, gosta muito de usar degradê em seus letrados, mas considera seus traços simples. Faz parte da Graffiti Responsa Crew (GRC) e da Sempre Na Evolução (SNE), além da nacional Quatro Cantos, como único representante baiano.

Quézia Silveira, mais conhecida como Quel, é artista urbana, graduada em Letras pela UniJorge, graduanda de bacharelado Interdisciplinar em Artes na UFBA e moradora do bairro Boca da Mata. Começou a grafitar após realizar um curso de formação em Feminismo e Grafitti, pela Rede Mumbi (Mulheres Militantes do Bairro à Internet) e se juntar a outras mulheres grafiteiras em apoios mútuos.

Começou a desenhar ainda criança, por influência do pai que era marceneiro. Pouco tempo depois inovou ao pintar personagens em movimento. No final de 1996, teve contato com o movimento hip hop, quando começou a pesquisar sobre a questão racial. Em 1998, fundou com amigos do bairro de Castelo Branco a The Planet of Graffiti (TPG), crew que na época se reunia não somente para pintar, mas também para estudar o graffitti.Se tornou arte-educador em 1999 e em 2001, fundou a crew O Criador Liberta Atitude Nossa (OCLAN).

Mestre em Língua e Cultura pelo Programa de Pós-Graduação em Língua e Cultura da Universidade Federal da Bahia (2017), vinculado ao grupo História da Cultura Escrita no Brasil. Desde 2012, desenvolve investigações científicas sobre práticas de letramento vernaculares, tendo como objeto de pesquisa o grafite e como sujeitos de pesquisa os grafiteiros e grafiteiras de Salvador. Atualmente, inserido no campo de estudos da História da Cultura Escrita, busca investigar as escritas urbanas disseminadas na capital baiana.

15h RECITAL DE POESIAS POR ESTUDANTES DA REDE PÚBLICA

Apresentação de publicações e produções de poesias dos estudantes de escolas públicas do polo Cajazeiras.

17h GRAFITEIROS DE CAJAZEIRAS

8h30 – MESA DE ABERTURA

Participação de Autoridades.

10h O VIOLÃO E A PALAVRA

Vigor e leveza numa conversa informal intercalada por música, reunindo dois artistas consagrados, nomes dos mais representativos do Brasil. Duas gerações que envolvem arte, documentário, cinema e literatura, sem jamais abrir mão de um olhar crítico sobre o nosso tempo. De um lado, a maestria inconteste de Luedji Luna e do outro, as palavras de Lázaro Ramos. Um momento histórico que vai celebrar a abertura do FLIN tratando também de leituras que influenciaram a trajetória dessas figuras mais do que especiais e tão queridas do público.

Iniciou seus estudos em música na Escola Baiana de Canto Popular. Natural de Salvador, Luedji é co-fundadora do PALAVRA PRETA, mostra que reúne compositoras e poetisas pretas de todo o Brasil, cuja primeira edição ocorreu em sua cidade natal, e segunda edição em Brasília, no Festival Latinidades, maior festival de mulheres negras da América Latina. Ainda em Salvador, foi membro do Bando Cumatê, coletivo engajado na pesquisa, difusão e fomento das manifestações artísticas tradicionais da cultura brasileira. 

Ator, apresentador, cineasta e escritor, iniciou a carreira artística no bando de teatro Olodum. Além de participar de diversos programas de TV, novelas e peças de teatro, já atuou em vários filmes nacionais, como Madame Satã (2002), O homem que copiava (2003) e Ó paí, ó (2007). Na literatura, se dedica ao público infantil. Já lançou O caderno de rimas do João (2014), O coelho que queria mais (2017) e ainda Na minha pele (2017), este voltado para o público adulto com quem compartilha reflexões e experiências pessoais envolvendo temas ações afirmativas, gênero, família e discriminação.

14h30 ESQUENTA

Quadro humorístico de curta duração inspirado no cotidiano dos moradores de Cajazeiras: as relações com a vizinhança, os termos populares específicos, os corres, os choques geracionais e outros temas sérios apresentados com o viés do humor.

Criados pelos atores Thiago Almasy e Sulivã Bispo, Júnior e Mainha são personagens que conquistaram o público baiano com uma mãe e seu filho acomodado, moradores da periferia. Desde que foram criados em 2016, eles alcançaram um efeito viral crescente em vídeos que, nas entrelinhas, falam de uma Bahia singular na expressão de sua gente, divertindo o público com a valorização da “forma de falar” do povo baiano.

15h MESA 1: RUPTURAS QUE FIZERAM DA MINHA VIDA UM FILME

A mesa que trata da força narrativa do cinema e de suas infinitas formas de abordagem terá como atrações o mineiro Joel Zito Araújo,  soteropolitana Larissa Fulana de Tal, a pernambucana Tuca Siqueira. A mediação será conduzida por Wesley Correia.

Cineasta, escritor e pesquisador. Doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Concluiu o pós-doutorado e foi professor convidado no departamento de Rádio, TV e Cinema da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos. Dirigiu 31 obras (filmes, documentários e curtas). Empenhado na compreensão e denúncia do racismo na sociedade, o cineasta se destaca por  meio de uma produção cinematográfica e universitária, paralela a atuação militante que, há décadas, põe em pauta a desigualdade racial no país e dá voz para quem vive o racismo.

Diretora e roteirista decidiu-se pelo pseudônimo artístico “Fulana de Tal” em referência aos inúmeros sujeitos comuns da história. Ela é realizadora no coletivo de cineastas negros Tela Preta e bacharel em Cinema e Audiovisual na UFRB. A Fulana carrega no corpo e transpõe para a sua arte o “fardo da representação” enquanto mulher e negra, identidades por tantas vezes estereotipadas, marginalizadas e folclorizadas no campo cinematográfico. E é daí que ela olha, propõe, dirige e produz.

Roteirista e diretora, nasceu no Recife. É formada em comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco e tem especialização em estudos cinematográficos pela Universidade Católica de Pernambuco. Seu longa-metragem “Amores de Chumbo” (2018), retrata um triângulo amoroso cuja origem remonta aos tempos da ditadura no Brasil. Dirigiu também o curta “Homine: Costurando Identidades Urbanas” (2003) e o documentário “A Mesa Vermelha” (2013).

Mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela Universidade Estadual de Feira de Santana (2005). Doutor pelo Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos da Universidade Federal da Bahia (Pós-Afro/UFBA). Atualmente, é docente do Instituto Federal da Bahia onde integra o corpo de professores do Curso de Pós-graduação em Estudos Étnicos e Raciais: Identidades e representação. É membro do C.L.E.P.U.L (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias) e autor dos livros Pausa para um beijo e outros poemas (2006), Deus é Negro (2013) e Íntimo Vesúvio (2017).

17h GRUPO DE VALSA AMOR ETERNO

Foi criado em 2007, a partir da ideia de alguns amigos dançarem nos 15 anos de uma amiga. De lá pra cá, o grupo também participa de concursos e campeonatos, com 24 títulos, e hoje conta com 40 jovens fazendo parte do projeto.
19h APRESENTAÇÃO LUEDJI LUNA

Espaço I (Tenda Cultural)

11h00 – Lázaro Ramos

Espaço II (Arena Leia e Passe Adiante)

10h30 – Domenik Suele

Debaixo da minha cama tem um monstro de autoria de Domenik Suele, escritora mirim que hoje tem 9 anos, cuja obra foi patrocinada pela Prefeitura Municipal de Novo Horizonte, município localizado na região da Chapada Diamantina.

14h00 – Maria Alice Pereira da Silva

Pedra de Xangô: Um Lugar Sagrado Afro-Brasileiro na Cidade de Salvador, da pesquisadora Maria Alice Pereira da Silva, publicado em 2019, com o apoio da Fundação Gregório de Matos.

Stands da EDUFBA, Caramurê, Galinha Pulando, Paralelo13S, Editus, Solisluna, UEFS Editora, Òmnira, Cogito, Livraria LDM, Secretaria de Educação, EGBA, Organismo e EDUNEB, Além da venda de livros, o espaço irá abrigar lançamentos e encontro com autores.

08h30 às 17h

 PROJETO O PEQUENO CIDADÃO

Participação com agendamento de 150 crianças de até 10 anos, as quais serão atendidas dia 20/11 no SAC Cajazeiras, durante o Projeto Pequeno Cidadão, da Secretaria de Administração do Estado da Bahia (SAEB), através da Superintendência de Atendimento ao Cidadão (SAC). Também será disponibilizada a emissão, in loco, da primeira via de CPF e alteração de endereço bem como informações sobre serviços da rede SAC.

 HEMOBA

Stand de divulgação sobre Doação de Sangue e Medula Óssea, com o fornecimento de materiais informativos, da Secretaria da Saúde (SESAB), através da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado da Bahia (Hemoba).

 SINEMÓVEL

A Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), através do Serviço de Intermediação para o trabalho (SINEBAHIA) oferece à população serviços como emissão de carteira de trabalho, intermediação de mão de obra; Atendimento de Intermediação de mão de obra com serviço de cadastro do trabalhado; Palestras de Qualificação (Orientação para o Trabalho e Empregabilidade).

 PROCON MÓVEL

Serviço de atendimento móvel itinerante com o objetivo de levar todos os serviços que são prestados nos Postos fixos desde o atendimento preliminar, abertura de Carta de informação Preliminar, orientações e fornecimento de material educativo, entre outros. Realização da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), através da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumido (PROCON).

CENTRO DE REFERÊNCIA MILTON SANTOS 

A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SEPROMI), com a Unidade Móvel de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, oferece informações, atendimento preventivo e acolhimento de denúncias de violação de direitos nas esferas racial e religiosa.

 

UNIDADE MÓVEL DE ATENDIMENTO ÀS MULHERES

A Secretaria de Política para as Mulheres (SPM), com a Unidade Móvel, presta orientação às mulheres sobre violência doméstica e familiar, como e onde denunciar, assim como distribuição de materiais referentes à campanha Respeita as Mina de enfrentamento à violência contra as mulheres.

Governo do Estado da Bahia 
3ª Avenida, nº 390, Plataforma IV, 1º andar, CAB 
CEP 41.745-005 – Salvador – Bahia
Localização

Exerça sua cidadania. Fale com a Ouvidoria.